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Syd Barrett: "Barrett", o epitáfio musical do Criador do Pink Floyd

Syd Barrett - Barrett

Syd Barrett - Barrett

Foi difícil mais saiu.

E no dia 14 de novembro de 1970, o mundo conheceu a obra que praticamente encerraria a carreira musical do criador do Pink Floyd, Syd Barrett.

Em um estado mental cada vez mais deplorável devido ao uso exacerbado de LSD, Mandrax e tudo mais, , Syd fora ficando cada vez mais evasivo e ausente, com grande angústia pairando em torno de si.

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Mas ele tinha a grande vantagem de chegar com as músicas já prontas na sua cabeça, dizia David Gilmour, que o sucedeu no PInk Floyd e produziu este disco, além de tocar bateria, baixo, teclado, assim como também o fez outro floydiano, Rick Wright, que contribuiu nas teclas.

Outra participação importante foi a presença de Jerry Shirley do Humble Pie nas baquetas.

Porém a dificuldade de se trabalhar com Syd Barrett nessa época era extrema, contou o produtor Gilmour. Seu nível de desinteresse e dispersão era enorme, as gravações se tornavam morosas e irritantes.

Mas enfim, conseguiram, felizmente e das doze canções do vinil original, pode-se destacar “Baby Lemonade“, “Love Song“, “Dominoes“, “Gigolo Aunt” e “Waving My Arms In The Air“.

Obviamente que devido aos problemas mentais de Syd que piorava mês a mês, este disco ficou aquém de seu primoroso antecessor “The Madcap Laughs“, contudo uma despedida era merecida e diante de tantos reveses, ficou ótimo.

Um outro disco chamado “Opel” ainda seria lançado em 1988, contendo mais takes diferentes de músicas já gravadas e sobras de estúdio do que propriamente um álbum de inéditas, logo podemos sim considerar “Barrett“, cuja capa fora desenhada pelo próprio Syd, como seu epílogo musical na cena setentista.

Tracklist:

A Banda:

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