O que é rídiculo, delírio e devaneio nem merece muita atenção, logo este post será pequeno, apenas para ressaltar isso mesmo.
Qualquer que seja a opinião de quem assistiu ou ficou sabendo da repercussão dos shows de Roger Waters, eterno líder do Pink Floyd no Brasil, ou sabia ou deveria saber que a linhagem de suas apresentações não mudaria só porque calhou de serem realizados na época das eleições brasileiras para Presidente da República.
Roger Waters em São Paulo: Ah, agora ele é político?
Daí o tal processo no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) movido pela candidatura do candidato vencedor Jair Bolsonaro (PSL) contra a de Fernando Haddad (PT) alegando que Roger Waters estava previamente acertado com o candidato derrotado a fazer campanha para ele com o #ELENÃO no telão e o nome de Jair Bolsonaro no telão entre outros políticos mundiais de extrema direita, foi hoje, logicamente arquivado por unanimidade pelos Ministros do TSE.
A coisa chegou até ao absurdo do Ministro da Cultura atual tuitar acusando Waters de ter recebido R$90 milhões da Lei Rouanet para fazer tais shows, o que oportunamente foi desmentido findada as eleições.
Ou seja, muito barulho por nada.
Veja abaixo o que disse a decisão do TSE:
“A mera repercussão nas páginas de campanha e nas redes sociais dos candidatos representados das mensagens veiculadas pelo artista no show em nada comprova a existência de acordo prévio nem de prévio consentimento para tal realização. A liberdade de expressão representa não apenas garantia fundamental constitucionalmente assegurada, como também requisito inerente ao Estado Democrático de Direito.“








