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Pink Floyd: ‘The Piper At Gates Of Dawn’ redefiniu o termo ‘psicodélico’

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Pink-Floyd: 'The Piper At-Gates Of Dawn'

A fotografia de Vic Singh, trabalhada com o efeito de caledoscópio, eis a capa do álbum de estréia do Pink Floyd que chegava nas lojas inglesas no dia 4 de agosto de 1967, alcançando o sexto lugar em vendas no país, instituindo o art rock e redimensionando todo o conceito de psicodelia que existia até então.

Pink Floyd fazendo ‘The Piper At Gates Of Dawn

Gravado no mitológico estúdio da Abbey Road, na sala ao lado da que os Beatles gravavam o especialíssimo “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band“, com direito à visitas de Paul e Ringo, que depois de findados os trabalhos do dia, iam assistir Syd Barrett, Nick Mason, Richard Wright e Roger Waters fazerem algo que soava para lá de inédito.

A inspiração de Syd Barrett

O título foi baseado em “O vento nos Salgueiros“, de Kenneth Grahame, um conto infantil que Syd apreciava, que tratava de um rato e uma toupeira que buscavam por um animal perdido e passaram por uma experiência transcedental, onde o deus grego Pan aparece como flautista.

Praticamente toda a concepção do álbum saiu da mente psicodélico-criativa de Syd Barrett, que escreveu sozinho oito das onze faixas e co-assinou duas juntamente com os outros três membros. Apenas “Take Up Thy Stethoscope and Walk“, de Roger Waters, não tem sua participação na composição.

Barrett também desenhou a figura da contracapa.

A temática psico-lúdico-espacial é recorrente pelo disco, tornando-o leve, criativo e louco de se ouvir, podendo causar enorme estranheza a um ouvinte desacostumado (isso aconteceu comigo, na primeira audição, mas depois de dois dias seguidos ouvindo, a mente absorvera o som por completo).

Tracklist (Standard Version)

Side One

Side Two

Tracklist (US Version):

Side One

Side Two

Bonus Disc (40th Anniversary Edition):

A Banda:

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