A genialidade psicodélico-esquizóide do eterno Criador do Pink Floyd pudera ser percebida canções que absolutamente só poderiam sair da mente do próprio.
Barrett fora o mentor soberano do aclamado álbum de estreia da banda que ele nomeou, após já ter conquistado público e crítica com dois singles.
Porém Syd não foi configurado para ser um homem famoso e lidar com o show business e isso contribuiria avassaladoramente para sua imersão em LSD e mandrax o que o levaria a uma decrescente produção criativa, compondo apenas uma canção para o segundo álbum do grupo, sendo demitido do mesmo e mais tarde nos seus últimos lampejos de criatividade musical iluminada deixando dois nobres álbuns solos para enfim se retirar definitivamente dos holofotes.
Abaixo seleciono as quinze melhores canções (com direito à concórdias e discórdias é claro) compostas somente pelo Louco Diamante Barrett:
“Gigolo Aunt” – Curta esse bom rock barrettiano com uma animação empolgante.
“Late Night” (Instrumental) – Uma das melhores canções que existem para fechar os olhos e decolar.
“Chapter 24” – Aqui o clima místico e a inspiração no livro “I Ching” valem a obra.
“See Emily Play” – a atmosfera lúdica, muito característica na obra de Syd Barrett.
“Dominoes” – uma ode ao contentamento minimalista de como se passar um dia tranquilo e pacato.
“Octopus” essa é para todo mundo cantar junto!!!
“Arnold Layne” – o marco inicial floydiano. Uma poesia vanguardista.
“Lucifer Sam” – puro rock and roll psicodélico.
“Vegetable Man” – inicialmente rejeitada pela gravadora. Hoje cultuada como expressão musical do estado mental de Syd à época.
“The Gnome” – um convite despretensioso a cantar e esquecer dos problemas.
“Baby Lemonade” – uma graciosa balada ao estilo Syd.
“Dark Globe” – linda e angustiante. Quem tem saudade de Syd Barrett?
“Matilda Mother” – a beleza pura do sentimento acolhedor maternal em forma de um conto de fadas.
“Astronomy Domine” – a canção que psicodelizou o clube UFO e depois colocaria toda Londres e Reino Unido em órbita.










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