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Pink Floyd: as quinze melhores músicas de David Gilmour

David Gilmour entrou no Pink Floyd a princípio numa grande roubada que poderia ser um baita tiro no pé.

Ter que segurar a onda nas seis cordas ao passo que a grande lenda, o Criador do grupo, Syd Barrett fritava seu ego em mandrax e LSD até ser “exonerado” da banda que criara, era uma missão perigosa.

No início Gilmour era até mesmo obrigado a mimetizar o estilo de Barrett nas apresentações do Floyd em programas de auditórios e outros shows.

Porém, com o tempo pode ir mostrando sua incrível técnica própria, principalmente a partir do quarto álbum floydiano, “Ummagumma“, onde sua peça composta é uma das melhores canções do disco duplo.

Chegou a década de 70 e David Gilmour a bordo do Pink Floyd se consolidara como um dos maiores instrumentistas de sua geração, revivendo o Pink Floyd na década de 80 e a seguir incrementando a sua carreira solo.

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Quinze melhores canções

Abaixo seleciono as quinze melhores canções (com direito à concórdias e discórdias é claro) compostas somente pelo eterno guitarrista floydiano:

The Narrow Way (Parts 1–3)” – a melhor canção que ele escrevera sozinho para a fase clássica do Pink Floyd.

Fat Old Sun” – difícil dizer aqui o que soa mais bela: a melodia, a letra ou a voz de David.

Childhood’s End” – ouça essa no volume máximo.

Mihalis” – oua primeira ótima grande viagem solo.

Raise My Rent” – os acordes iniciais de  “What Do You Want from Me” parecem ter sido prenunciados nesta canção.

No Way” – feche os olhos e a sinta!

I Can’t Breathe Anymore” – guitarra nervosa. Pena que é curta, poderia durar o dobro.

Murder” – com essa ele mostrou autoridade no “pós Pink Floyd”.

Love On the Air” – uma belíssima balada.

Terminal Frost” – após mais de uma década o Pink Floyd voltava a lançar uma faixa instrumental por excelência.

“Sorrow” – uma das melhores canções de todo o Pink Floyd.

Coming Back to Life” – sensibilidade gilmouriana total em melodia e voz.

Where We Start” – puro idílio.

Nervana” – uma exaltação à guitarra.

Faces of Stone” – A propagação da elegância musical.

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