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Paul McCartney fala sobre Deus e LSD, Amy Winehouse, masturbação em grupo com John Lennon e fim dos Beatles

Paul McCartney

Recentemente o eterno beatle canhoto tem disparado revelações de sua vida artística aos quatro ventos.

Em recente entrevista à GQ, primeiro ele relatou a experiência de ter “visto Deus” durante uma experiência com LSD nos tempos de Beatles, e, sobre esses mesmos tempos, falou sobre orgias, revelou ter participado de uma sessão coletiva de masturbação, na qual estava o próprio John Lennon.

Assim disse Macca:

Sobre as possíveis orgias:

“Não havia orgias, até onde eu sei. Havia encontros sexuais do tipo celestial, e havia groupies. O mais próximo que eu cheguei… Veja, essa é a minha experiência, porque eu não gosto muito de orgias. Eu não quero mais ninguém ali no momento, pessoalmente. Estraga tudo! Eu acho que eu nunca fiz. A ideia não me chamava a atenção. Houve uma ocasião em que nós estávamos em Las Vegas e o cara da turnê disse, ‘Vocês estão indo para Vegas, caras – querem uma prostituta?’ Ficamos todos, ‘Sim!’ E eu pedi duas. E eu as recebi, foi uma experiência maravilhosa. Mas isso foi o mais perto que eu já cheguei de uma orgia…”

Sobre a masturbação coletiva:

“…O que aconteceu foi na casa de John, e era um grupo de nós [Lennon, McCartney e alguns amigos de John]. Ao invés de enchermos a cara e irmos para uma festa — eu nem sei se nós iríamos dormir lá — ficávamos em cadeiras e as luzes eram apagadas, então alguém começava a se masturbar e todos nós fazíamos o mesmo……“Nós ficávamos tipo, ‘Brigitte Bardot! Whoo!’ E aí todo mundo mandava ver um pouco mais.”

Porém, John estragou a brincadeira gritando o nome do primeiro-ministro bretão Winston Churchill:

“Eu acho que isso tudo aconteceu uma vez só. Ou duas vezes. Não era algo comum. Mas você sabe, era o tipo de coisa sobre a qual você não pensa muito. Era apenas um grupo. É, é bem vulgar se você pensar a respeito. Há tantas coisas desse tipo quando você é jovem e olhar pra trás e fica, ‘Nós fizemos isso?’ Mas era tudo diversão inofensiva. Não machucamos ninguém. Nem mesmo a Brigitte Bardot.”

Já sobre Amy Winehouse, falecida aos 27 anos em 2011, devido aos excessos do álcool, Paul disse que a conheceu numa premiação do MTV Awards e prosseguiu:

Uma pessoa que conheci naquele dia foi Amy Winehouse, andando pelo corredor. E eu sabia que ela tinha um problema, e acabei apenas dizendo ‘oi’, ela disse ‘oi’. Depois disso, achei que realmente deveria ter corrido atrás dela — ‘Ei, Amy, ouça, você é muito boa, eu realmente espero que você…’ — e dizer algo para atravessar o desespero. E ela lembraria e pensaria: ‘Ah, sim, eu sou boa, tenho uma vida para continuar’. Mas você sempre tem esses pequenos arrependimentos.

Sobre o fim dos Beatles, McCartney foi duro e categórico:

“John terminou, ele estava com Yoko Ono, que era forte e intrusiva e disse: “Caras, estou saindo do grupo.””

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Comentários...

7 comentários em “Paul McCartney fala sobre Deus e LSD, Amy Winehouse, masturbação em grupo com John Lennon e fim dos Beatles”

  1. John não soube separar o amor pela Yoko Ono dos Beatles. Esse foi o grande erro dele. Além do maís, o excelente gosto que tinha em compor músicas lindíssimas, ao contrário o mal gosto em escolher aquela japona para se amar e cair de “4”.

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  2. JONH NAO ERA UM CARA VIVIDO, EXPERIENTE COM MULHERES.YOKO FOI A MÃE QUE ELE SEMPRE QUIS TER.CAIU NUMA ARMADILHA POR CARENCIA AFETIVA E ESTRAGOU O SONHO DE MUITOS NO PLANETA.JONH NAO TINHA RESPONSABILIDADE NENHUMA, NO FUNDO ERA UM FRACO, UM REVOLTADO E FRUSTRADO.SER UM BEATLE NAO ERA FACIL.

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  3. Quem fala sobre o relacionamento do John com a Yoko, se esquece da Linda, q forçou a barra pro pai dela ser empresária da banda, mas ela era uma Yoko loura, então…..

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  4. Concordo contigo em gênero, número e grau. Aquela mulher se aproveitou da carência dele e fez de um homem lindo e talentoso uma caricatura peluda e totalmente sem vontade própria.

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  5. Pelo menos a Linda era cantora e não destruiu a carreira do Paul. A Yoko só sabia uivar e não passava de um assessório que o John carregava por onde andava como se fosse uma mala.

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