Amplamente respeitada por admiradores do mundo da música, quer sejam adeptos do kraut rock, prog rock, rock, eletronic music ou mesmo do pop, os germânicos de Düsseldorf, Kraftwerk, fundados por Ralf Hutter e Florian Schneider já tiveram a sua relevância para a música de cunho eletrônico até mesmo comparada ao que fora os Beatles na esfera do pop rock.
A discografia do Kraftwerk consiste em 14 lançamentos, sendo o primeiro, “Tone Float” (1969), ainda quando se chamavam Organisation, já sob comando de Hutter e Schneider, após vieram mais quatro discos, agora como Kraftwerk, mas ainda de forma independente.
Até que a banda encantou a cúpula da EMI e fechou contrato com a gravadora, lançando o álbum “Autobahn” (1974), abrindo caminho para os subsequentes de estúdio “Radioactivity” (1975), “Trans-Europe Express” (1977), “The Man-Machine” (1978), “Computer World” (1981), “Electric Cafe” (1986) e “Tour de France” (2003).
Em 1991 lançaram pela primeira vez uma coletânea com versões repaginadas de seus hits, o “The Mix“.
Em 2005 lançaram “Minimum-Maximum“, CD/DVD ao vivo, onde novamente seus sucessos receberam upgrades.
Até que em 2017 eles se superaram e vieram com “3-D the Catalogue“, onde passaram a limpo todos os seus álbuns oficiais desde “Autobahn“, em uma série de oito concertos por museus e salas de concerto mundo afora, com arranjos supra-modernos para as suas clássicas canções contidas em seus oito discos de estúdio lançados. Trata-se de uma obra-prima músico-tecnológica em terceira dimensão, que recebera o Grammy na categoria “Melhor álbum de Dance/Eletrônica” , além de uma Menção Honrosa aqui da Confraria Floydstock entre os Melhores álbuns de 2017.
Pois bem, tomando por base o CD “3-D the Catalogue“, uma vez que ele contem toda a discografia principal oficial do grupo, criei uma lista, que gerou a respectiva playlist no Spotify, “Destilando Kraftwerk”, com boa paarte delas tiradas do último e premiado registro oficial.
Vale lembrar que não se trata de uma cravação inflexível, é algo solto, subjetivo e despretensioso, baseado numa questão de gosto pessoal, onde cada ouvinte tem as sua preferências.
Sinta-se à vontade para concordar, discordar e explanar as sua preferências nos comentários.
Vamos a elas:
50 – “Morgenspaziergang“”
49 – “Aérodinamik“
48 – “Radioland“
47 – “Elektro Kardiogramm“
46 – “Dentaku“
45 – “Vitamin“
44 – “Radio Stars“
43 – “Kometenmelodie“
42 – “Tour de France Étape 3“
41 – “Showroom Dummies“
40 – “Tour de France” (Étape 1)“
39 – “Chrono“
38 – “Mitternacht“
37 – “Transistor“
36 – “Franz Schubert“
35 – “Uranium“
34 – “Tour de France (Étape 2)“
33 – “Boing Boom Tschak“
32 – “Antenna“
31 – “La Forme“
30 – “Electric Cafe“
29 – “Airwaves“
28 – “Titanium“
27 – “Computer World, Part 2“
26 – “The Model“
25 – “Tour de France“
24 – “Planet of Visions“
23 – “It’s More Fun to Compute“
22 – “Airwaves“
21 – “Musique Non-Stop“
20 – “Ohm sweet Ohm“
19 – “Numbers“
18 – “Neon Lights“
17 – “Pocket Calculator“
16 – “The Telephone Call“
15 – “The Man-Machine“
14 – “The Hall of Mirrors“
13 – “Computer World“
12 – “Metal on Metal“
11 – “Homecomputer“
10 – “Autobahn“
09 – “Europe Endless“
08 – “Sex Object“
07 – “Spacelab“
06 – “The Robots“
05 – “Techno Pop“
04 – “Computer Love“
03 – “Metropolis“
02 – “Trans-Europe Express“
01 – “Radioactivity“










