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Judas Priest: 35 anos para “Painkiller”

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Judas Priest - "Painkiller"

Álbum icônico celebra marco histórico no heavy metal, sendo uma das obras clássicas de seu estilo.

O Judas Priest lançou o álbum “Painkiller” em 3 de setembro de 1990, marcando seu 12º disco de estúdio. Gravado na França com o então novo baterista, Scott Travis (substuindo Dave Holland), o disco incorporou elementos de speed metal ao som da banda e foi amplamente saudado como um retorno às raízes pesadas, após a recepção morna dos anteriores, ‘Turbo‘ (1986) e ‘Ram It Down‘. A resposta criativa rendeu frutos: “Painkiller” recebeu aclamação da crítica e rapidamente se tornou um dos trabalhos de maior sucesso do Judas Priest. A faixa-título destacou-se pelo virtuosismo e tornou-se presença obrigatória nos shows da banda, ao lado de outras músicas do álbum que viraram clássicos cultuados pelos fãs.

O sucesso de “Painkiller



Lançado no auge da era do heavy metal tradicional, Painkiller não só agradou aos críticos como também obteve destaque comercial. O álbum foi certificado Disco de Ouro nos EUA no início de 1991. Além disso, foi indicado ao Grammy na categoria Melhor Performance de Metal na premiação de 1991, refletindo o reconhecimento da indústria musical. Várias faixas, incluindo “Painkiller”, “A Touch of Evil” e “All Guns Blazing”, tornaram-se favoritas do público e figuram frequentemente no repertório do Judas Priest desde então. A potência e qualidade do álbum consolidaram a reputação da banda como lendas do metal, reforçando o título de Metal Gods que os acompanha.

Cravando um marco na carreira do Judas Priest

Painkiller‘ marcara um ponto de virada na carreira do Judas Priest e carrega grande importância histórica. O disco é considerado o álbum mais pesado da discografia da banda e, para muitos fãs, um dos melhores trabalhos do Judas Priest em todos os tempos. A adição de Scott Travis na bateria trouxe energia renovada e técnica apurada, pavimentando o caminho para composições mais velozes e agressivas que influenciariam o gênero dali em diante. Paradoxalmente, o período de sucesso foi seguido por uma mudança dramática: Painkiller foi o último álbum a contar com o vocalista Rob Halford antes de sua saída, que perdurou por mais de uma década. Halford deixaria a banda após a turnê mundial do álbum, retornando apenas em 2003; nesse ínterim, o Judas Priest lançou dois discos de estúdio com o vocalista substituto Tim “Ripper” Owens. Assim, ‘Painkiller‘ encerrou com chave de ouro a era clássica da formação original, tornando-se um legado sonoro que inspirou artistas (o lendário vocalista Chuck Schuldiner, da banda Death, chegou a gravar uma versão de “Painkiller” em homenagem à influência do álbum). Trinta e cinco anos após seu lançamento, Painkiller permanece como referência no heavy metal, lembrado por sua intensidade e qualidade atemporais.

Tracklist

  1. Painkiller – 6:06
  2. Hell Patrol – 3:37
  3. All Guns Blazing – 3:57
  4. Leather Rebel – 3:35
  5. Metal Meltdown – 4:48
  6. Night Crawler – 5:45
  7. Between the Hammer and the Anvil – 4:49
  8. A Touch of Evil – 5:44
  9. Battle Hymn – 0:57
  10. One Shot at Glory – 6:49

A Banda

  • Rob Halford – vocais
  • Glenn Tipton – guitarras
  • K. K. Downing – guitarras
  • Ian Hill – baixo
  • Scott Travis – bateria (álbum de estreia na banda)

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