Segundo a biógrafa e jornalista inglesa Lesley-Ann Jones, que escrevera o livro “Hero: David Bowie“, o ídolo bretão optara pelo procedimento suicídio médico assistido, onde o paciente escolhe quando quer deixar a vida, auxiliado por médicos, que lhe injetam injeções letais e acompanham o gradativo óbito, de forma indolor, ou ainda prescrevem a medicação letal para que o próprio paciente a administre. A prática é legalizada no Canadá, EUA (em alguns estados), além de alguns países europeus.
Bowie vinha perdendo a batalha contra o câncer e falecera em 10 de janeiro de 2016, dois dias após completar 70 anos de idade, mesmo dia em que lançou seu álbum derradeiro “Blackstar“.
“Quem o auxiliou nessa missão e como isso foi feito jamais será revelado. Tenho certeza que ele não envolveu familiares e amigos para que eles ficassem protegidos,” disse Lesley.
Levando-se em conta que Bowie falecera exatamante no mesmo fim de semana em que completara 70 anos e seu disco-epílogo foi lançado, tal tese faz muito sentido.










