O guitarrista Lanvall e a frontwoman Sabine Edelsbacher, da banda austríaca Edenbridge, fizeram hoje (27/04), a 1ª de uma série de Lives Q & A (Perguntas e respostas) no Facebook da banda.
Symphonic Metal: nem sempre cabe o canto gutural
Nas Lives, a dupla irá responder ao vivo ou às perguntas enviadas para o info@edenbridge.org sobre os 10 álbuns de estúdio lançados pela banda.
Para começar, ambos responderam às perguntas a respeito dos 3 primeiros álbuns, “Sunrise in Eden“, “Arcana” e “Aphelion“.
E uma das perguntas respondidas fora deste que vos escreve, em nome da Confraria Floydstock.
Eis a pergunta:
Característica muito comum nas bandas de metal sinfônico, o canto gutural é amplamente utilizado em várias bandas do gênero, alternando os vocais guturais com as “prima donnas” femininas. Em Edenbridge, a voz de Sabine é predominantemente dominante, com o peso do som sendo marcado pelos instrumentos. Esse peso instrumental versus a equação da voz aveludada foi propositadamente pensado, já desde os primeiros álbuns?
Lanvall respondera:
“Não intencionalmente, eu diria que sempre gosto de ter um ótimo apoio sob o lado vocal, então sempre tento fazer as músicas soarem o melhor possível, quando você também as ouve sem vocais, para que haja muitas coisas por trás do vocal. voz, mas é claro que a voz deve sempre ser a coisa dominante em edenbridge, mas talvez seja essa também a razão pela qual colocamos as versões instrumentais como um CD bônus em nossos álbuns, onde você pode as músicas sem os vocais“
Sabine emendara:
“Mas também é para as pessoas que gostam de cantar karaokê porque é uma boa ideia tentar cantar um pouco mais em sua vida, porque isso traz a você uma sensação boa, boa consigo mesma“
Assista no player abaixo (A PERGUNTA DA CONFRARIA É LIDA E RESPONDIDA PARTIR DO MINUTO 12):








