Resenha sobre a edição de 2025, que aconteceu no sábado último, 19 de abril, no Allianz Parque, São Paulo.
Por Lucas Matheus
O Allianz Parque, em São Paulo, foi palco de uma celebração épica: os 30 anos do Monsters of Rock, uma realização da Mercury Concerts . Reunindo gerações, o festival provou que o rock permanece vivo e pulsante. Como jornalista amputado, destaco não apenas a produção impecável, mas também a acessibilidade exemplar, garantindo inclusão a todos.
Lineup estelar e performances marcantes
A noite começou com o Stratovarius, que incendiou o público com clássicos como “Black Diamond“. O Opeth seguiu, mergulhando o estádio em uma atmosfera progressiva, enquanto o Queensrÿche comprovou seu retorno triunfal após dez anos, com Todd La Torre brilhando em “Eyes of a Stranger“.
O Savatage emocionou ao homenagear Jon Oliva, projetando sua imagem no telão durante “Jesus Saves” . Já o Europe, emocionou apoteoticamente com “Carrie” e The Final Countdown, consolidando seu carisma.
Homenagens que emocionaram multidões
Antes do Judas Priest, uma homenagem aos ícones do rock que partiram, como Rita Lee, Andre Matos, Pit Passarel, Paul Di’anno, Chester Bennington, além de Les Binks, agora saudoso baterista que nos deixou na semana do fesival e integrou o Judas, que viria a seguir, arrancou lágrimas do público.
Rob Halford, aos 73 anos, reafirmou sua lenda com “Painkiller” , enquanto o Scorpions fechou a noite com Still Loving You e um escorpião gigante inflável, com ferrão luminoso.
Detalhes que fizeram a diferença
A chuva fina durante o Scorpions e a energia do público criaram uma sinergia mágica. Além disso, a organização do evento, desde a venda de ingressos pela Eventim até a estrutura do camarote Backstage Mirante, foi elogiada.
Conclusão: Um legado eterno
O Monsters of Rock 2025 não foi apenas um festival, foi uma celebração da resistência do rock. Com performances históricas e homenagens emocionantes, o evento reforçou seu status como referência no gênero.
