Em certa entrevista no ano passado, quando perguntado sobre usar ou não o nome Jethro Tull em vindouros álbuns ou turnês, o frontman Ian Anderson fora categórico:
“Eu sou o Jethro Tull“, disse o gênio criativo e da flauta do Tull.
Arrogância? Não, realismo. Após dezenas de formações do grupo, onde ele é sempre o constante compositor, tal afirmação não poderia ser mais cabível.
Na imagem abaixo observa-se que até 1988 o Jethro Tull já tinha chegado a sua décima terceira formação, todas com Anderson no comando, claro. E não parou por aí…
Pois chega um momento em que o sujeito diz: quem toca essa bagaça aqui na verdade sou eu!
