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Cigana lança sessão ao vivo da faixa “Vermelho”


Vídeo gravado no estúdio Lab Sound mostra faceta pesada do som da banda

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As multiplicidades de sensações e emoções contemporâneas são representadas em uma gama de ritmos em “Todos os Nós”, álbum de estreia da banda paulista Cigana lançado em 2019. O disco passa por momentos contemplativos e faixas mais pesadas, como “Vermelho”. A música foi escolhida para ser a primeira de uma série criada para explorar as dualidades da sua sonoridade. “Vermelho” já está disponível no YouTube.

Feito com esmero em um processo de quase três anos, “Todos os Nós” é uma viagem de autodescoberta. As canções do álbum vão do indie ao experimental passando pelo post-rock e pela MPB como uma jornada interna profunda. Formada em 2014 em Limeira (SP), a banda é composta por Victoria Groppo, Matheus Pinheiro, Pedro Baptistella, Felipe Santos e Caique Redondano.

Escolhemos as faixas desta sessão por representarem dois lados opostos do nosso álbum ‘Todos os Nós’”, conta Matheus. “‘Vermelho’ é a ‘pedrada’, uma das músicas mais pesadas do nosso trabalho, e que conta com uma letra grande, muitas vocalizações e efeitos”, completa.

Com direção de Rafael de Souza, do Lavanderia Estúdio, e com a ideia de mostrar a banda de um modo cru e direto em estúdio, o vídeo de “Vermelho” está disponível no canal da Cigana no YouTube.

Veja “Vermelho”:

Ouça o disco: http://smarturl.it/CiganaTodosOsNos

Ficha técnica:

Produzido por Cigana
Gravado ao vivo por Max Matta e Rodrigo Bigga no estúdio Lab Sound em Piracicaba.
Mixado e masterizado por Max Matta no estúdio Lab Sound em Piracicaba.
Câmeras por Atina Barbis, Thomas Dalfré e Rafael de Souza
Edição e finalização por Lavanderia Estúdio

Letra:

Vermelho que entoa
Destoa, escorre e doa
Vermelho que começa e termina
Um impulso intenso que domina
Me sinto um caos
Dentro do casulo
Depois me desperto
E saio para o mundo
Erupções explodem ideias na cabeça
Mil pessoas dentro de uma só apenas
No meio das pernas um caminho se estende
A contração acaba e tudo se entende
Sangria faz a vida se renovar
Me despeço dessa pele
Que eu habitava
Erupções explodem ideias na cabeça
Mil pessoas dentro de uma só apenas
No meio das pernas um caminho se estende
A contração acaba e tudo se entende
Atividade paralelas, nós devemos ter
Pra se conhecer em distintos campos
Manter os pés no chão
Na mudança de plano
Não faça da sua rotina, uma só verdade
Os círculos são grandes nas pequenas cidades
Aonde era frio, agora tá fervendo
Você falou que não tinha, agora tá tendo
Multiplicações dos seus universos
Um milhão de vícios no mundo moderno
Eles querem que você consuma
Sugando o teu sangue e comendo carne crua
Sob a luz da Lua enchendo o teu copo
Tomei um gole do sereno quase perdi o meu foco
A mudança é necessária, semelhante as estações
Equilibrar os atos em meio as contradições
Oscilação de energia é densa
Eu sinto a presença
Erupções explodem ideias na cabeça
Mil pessoas dentro de uma só apenas
No meio das pernas um caminho se estende
A contração acaba e tudo se entende

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