Em sua estreia na Bolsa de Nova York, o Spotify começou a negociar suas ações nesta terça-feira (3). O maior serviço de streaming de música do mundo ainda opera no vermelho enquanto amplia sua receita ano a ano, o que o ajuda a convencer o mercado da solidez de um negócio que gira em torno da venda de assinaturas para acesso ilimitado a um catálogo de canções, mas tem entre os rivais empresas do porte de Apple, Google e Amazon.
Em um negociação informal na segunda-feira, a precificação das ações do Spotify chegou a US$ 132 por ação, o que avaliaria a empresa em mais de US$ 23 bilhões –em fevereiro, a companhia foi avaliada em US$ 20 bilhões, segundo transações privadas de ações entre atuais investidores e funcionários em fevereiro, descritas em documento submetido à reguladora do mercado norte-americano de ações (SEC, na sigla em inglês).
Logo no início das vendas, as ações da empresa começaram a ser vendidas por US$ 165,90, alta de 25,6%.
A empresa optou por uma abertura de capital não tradicional. Dispensou os bancos de investimentos como subscritores e estruturou sua listagem no mercado para permitir que atuais investidores vendam diretamente ao público enquanto não oferece novas ações próprias.
Desde o início de seu serviço de streaming há uma década, o Spotify superou a resistência de grandes gravadoras e artistas para transformar a forma como a indústria gera dinheiro.
O Spotify oferece a seus usuários acesso a grandes acervos de música em vez de fazer com que paguem por CDs ou downloads de álbuns ou faixas individuais.
VIA G1









