O filme de 2017 mostra o belo trabalho do diretor Otavio Juliano que por seis anos acompanhou a trajetória dos mineiros mais famosos no metal mundial em suas turnês e com direito a depoimentos especialíssimos de Lars Ulrich (Metallica), David Ellefson (Megadeth), Phil Campbell (Motörhead), Scott Ian (Anthrax) e Corey Taylor (Slipknot, Stone Sour), dentre outros.
Sobre o filme e especial sobre o Seputura, Chitãozinho declarou:
“Conheci o Sepultura através do trabalho deles no Brasil mesmo e eu me interessei muito pelo som e por eles serem brasileiros. Tempos depois, através do Xororó, conheci o Andreas (Kisser) e comecei a acompanhar. Acho que sou um caipira dos mais roqueiros que existe, porque o som do rock me atrai bastante. Vendo o filme, a gente percebe a diferença de um estilo do outro, mas a emoção, a mensagem da música… é tudo muito parecido. Acho que a linguagem da música nos une. Não importa a diferença do estilo, o que importa é atingir o coração das pessoas. A gente vê que nada é fácil pra ninguém, pra todo mundo que chega a um ponto de destaque em algum setor. Rala bastante. E com o Sepultura não foi diferente. Fiquei comovido com o filme“
Recentemente, a sobrinha de Chitãozinho, Sandy (filha de Xororó), participou do clipe da canção “Black Widow’s Web” da banda Angra e também revelou ao apresentador Danilo Gentili em seu programa The Noite no SBT, que ela e seu filhinho tambem curtem Sepultura e metal, sendo ele fã da música “Territory”, da banda.
As “Evidências” não deixam dúvidas: o metal está no sangue da família. E viva a quebra das fronteiras musicais.
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