Ontem o maior serviço de streaming musical do mundo, o sueco Spotify completara dez anos de sua criação, tendo se tornado ao longo desse período, a salvação do mercado fonográfico, uma vez que na década passada, as vendas de discos vinham caindo vertiginosamente devido ao enorme crescimento da pirataria e o sucesso do formato mp3.
Na época, os consumidores de música mal consideravam mais pagar por elas, especialmente pelo fato dos altos preços dos CDs e ter que comprar um disco inteiro para poder ouvir apenas um ou algumas canções de sua apreciação.
Com o advento do streaming, o ouvinte pode ter acesso a praticamente tudo que existe no mundo da música, de forma legalizada e ouvindo exatamente o que ele quer, a custo zero ou baixo.
Além disso, a possibilidade de compartilhamento fácil do conteúdo em redes socials, interações com outros usuários, criação de playlists personalizadas e a inteligência artificial do serviço, que através dos algorítimos sugere músicas, albuns e playlists, foram fatores que pouco a pouco foram seduzindo mais usuários.
Hoje o Spotify conta com mais de 180 milhões de usuários em todo o globo, é quase como se toda a população brasileira usasse o serviço, nas versões free e premium, este último já contando com mais de 83 milhões de assinantes.
Com 35 milhões de canções em seu acervo, o serviço rapidamente se tornou o mais popular do mundo. tanto entre usuários, como entre os artistas e bandas, que inclusive agora podem enviar seus materiais diretamente à plataforma, atravessando as gravadoras.
Atualmente o Spotify é referência na imprensa musical, quando se quer recomendar lançamentos de álbuns e singles ou mesmo playlists específicas.
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